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Combate à fome

ONU sugere comer insetos para reduzir a fome no mundo

Segundo a FAO, o órgão da ONU para alimentação, os insetos poderão ser as respostas  para o futuro na luta contra a fome, porque representam uma fonte muito importante de comida e nutriente.


Um inseto pousou no braço do astro do futebol Colombiano James Rodríguez na Copa do Mundo de 2014

A proposta é parte de um relatório sobre o potencial dos produtos das florestas. 


Inseto coberto de chocolate no espetinho
Compare: Enquanto a carne de boi é composta por apenas 28% de proteína, o corpo de moscas e mosquitos chega a quase 59%, e libélulas têm 58 %. "Eles também são ricos em vitaminas, principalmente a B, e minerais como ferro e cálcio", enumera Marcel Dick, professor de entomologia da Universidade de Wageningen, na Holanda. Além de possuírem ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura encontrada em peixes que ajuda nosso corpo a metabolizar energia.  

Quantidade de Proteína
Moscas têm quase o dobro de proteínas de bois. Veja a quantidade de outros insetos e outros animais:

Moscas e Mosquitos - 59%
Libéluas  - 58%
Percevejos - 55%
Cigarras e Cigarrinhas - 51%
Besouros - 50%
Formigas e Abelhas - 47%
Borboletas e Mariposas - 45%
Baratas e Grilos - 44%
Boi - 28%
Porco - 25%
Frango - 23%

Insetos sendo servidos na Tailândia

Os insetos são consumidos por quase dois bilhões de pessoas principalmente da Ásia e na África. O documento da FAO sustenta que esses animais poderão ser um poderoso instrumento na luta contra a obesidade, que são menos dependentes da terra do que a pecuária tradicional, e ainda poluem menos o meio ambiente.



Em aldeias da República de Camarões, na África, ganha-se dinheiro vendendo insetos para a alimentação.

A diretora de economia e política florestal da FAO, Eva Muller, lembra que há 20 anos atrás, o sushi, peixe cru da culinária japonesa, também era estranho a muitas cultura, e hoje é apreciado no mundo inteiro, e isso pode acontecer também com insetos.


Será????

Fonte: g1.globo.com e super.abril.com.br









por: Alinne Santos

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